domingo, 14 de setembro de 2014

17 ALIMENTOS QUE CRIANÇAS ATÉ DOIS ANOS DE IDADE PODEM EVITAR.

Cuidar da alimentação dos pequenos não é nada simples. Especialmente em tempos onde a indústria alimentícia maquia seus produtos como nutritivos e incentivam os pais à compra para “facilitar” o dia a dia. Meu filho já comeu quase tudo da lista rs. Não quero generalizar, comi tudo isso na infância, e hoje sou saudável. Algumas porcarias devem ser evitadas, mas não a ponto de virar neurose! O problema são os excessos, a boa alimentação e os bons hábitos devem sempre predominar, frutas, verduras, sucos naturais e comida caseira, etc.

A seguir, uma lista com 17 alimentos que devem ser evitados na alimentação das crianças até completarem o segundo ano de vida:

1. Chocolate
Como em geral contém açúcar e leite na sua composição, o chocolate poderá dar gases e um certo desconforto abdominal se for consumido em excesso, lembrando também que cafeína e teobromina estão presentes nos chocolates e são substâncias estimulantes e com poder viciante. 
Como é gorduroso, o chocolate pode provocar diarreia se consumido em excesso. Não deixe grande quantidade de chocolate à mão da criança. Se ela comer demais de uma vez, pode mesmo ter dor de barriga. Os especialistas recomendam dar no máximo o equivalente a 1 colher de sopa por dia. O lado bom e bem conhecido de todos nós é que chocolates provocam uma sensação gostosa de bem-estar, devido à liberação de endorfinas e serotonina; além disso, eles contêm antioxidantes (que ajudam a diminuir o risco de certas doenças), vitaminas e vários minerais (como magnésio, cobre, zinco, potássio, manganês). você não precisa ser radical. A partir de 1 ano, pode dar chocolate para seu filho experimentar, mas em quantidades pequenas. Mas saiba que, agora que ele provou, nunca mais deixar de pedir. É por isso que alguns pais resolvem esperar até a criança ter 2 anos -- enquanto ela não souber o que está perdendo, não vai ficar pedindo e não corre o risco de abusar.

2. Balas, pirulitos 

Evite as guloseimas como balas, pirulitos e doces em geral que entre muitos outros problemas, podem causar cáries. Estudos confirmam que o maior causador de cáries é o consumo de açúcar, pois ele deixa a boca ácida facilitando a ação das bactérias. 
O açúcar que aparece com maior freqüência na alimentação é a sacarose açúcar de mesa, presente nas balas e chicletes, sem dúvida um dos maiores inimigos dos dentes saudáveis. O que deve é ter certos cuidados, pois balas e pirulitos, além de engasgar, contém muito açúcar, o que pode aumentar a glicose, podendo causar diabete, além de cariar os dentes. Então, enquanto puder, evite essas guloseimas, e se der, tenha cuidado para não exagerar.

3. Achocolatado
A maioria, dos consumidores de achocolatados são crianças. Por isso, é preciso que os pais estejam atentos. Após uma análise química verificou-se que os achocolatados em pó contêm grande quantidade de açúcar. A adição de açúcar chega a ser dez vezes maior do que a de cacau. Se uma criança tomar três copos de achocolatado por dia, seu consumo ultrapassará a quantidade de açúcar que deve ser ingerida diariamente. Todos sabemos que o excesso de açúcar pode provocar problemas como obesidade e cáries. Nas embalagens, alguns fabricantes alertam o consumidor para que até 3 anos de idade, este produto não deve ser consumido.

4. Café
A bebida não é das mais indicadas, mas não há problema em tomar pequenas quantidades. Está certo que a cafeína pode deixar a criança agitada, porém uma xícara pequena de café puro por dia não faz mal a ninguém . Se você já ouviu dizer que ele prejudica a absorção de cálcio, saiba que não há razão para se preocupar. A quantidade de cafeína presente em um copo de café com leite é tão pequena que não interfere na retenção do mineral pelo organismo.

5. Salgadinhos, bolachas doces e recheadas
Os salgadinhos de pacote geralmente possuem muitos carboidratos, sódio (principal vilão da hipertensão) e gorduras saturadas. Para não restringir totalmente, procure os que são assados, com menos gorduras. O mesmo vale para os salgadinhos fritos como coxinha, risólis, bolinha de queijo: prefira sempre os salgados assados. A gordura tem seu charme: ajuda a manter a temperatura corporal, protege contra impactos e ajuda a metabolizar as vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K), além de dar sabor aos alimentos. Porém ao esquentar o óleo são liberadas muitas toxinas e o excesso traz prejuízos ao organismo como colesterol alto, obesidade, baixo desempenho físico, etc. já as bolachas são preparados a base de açúcar e farinha de trigo, ambos refinados, gordura vegetal hidrogenada e sal. Possuem alto valor energético (aproximadamente 400 kcal/100g) e pobre teor nutricional. Os biscoitos possuem excelente palatabilidade e boa aceitação por parte das crianças, mas estão longe de serem considerados alimentos completos ou uma boa opção para a hora da fome. o ideal para a hora do lanche são frutas secas, como bananinha ou ameixa por exemplo, biscoitos integrais e frutas frescas, claro!

6. Embutidos (peito de peru, salsicha, mortadela, presunto, salame)
Embutido é todo produto á base de carne de porco, com a danada camuflada entre pedaços de carne bovina, como nas salsichas. Para que não haja riscos de intoxicação alimentar, acabam bombardeadas com conservantes e aditivos, além dos corantes que dão aquele tom chamativo. Entre as substâncias químicas utilizadas está o nitrito (ou nitrato de sódio), que em nosso organismo vira nitrosaminas. Perigosas, são capazes de causar câncer no estômago, pâncreas ou intestino, além de irritar as terminações nervosas do cérebro. Se a criança apresenta refluxo, evite completamente todo alimento embutido. Se forem alérgicos á caseína do leite de vaca ou intolerantes á lactose, evite pois possuem lactose. A salsicha possui alguma quantidade de ferro, mas o organismo não o absorve como deveria, e nenhuma fibra, vitamina ou mineral. Bacon, salame, linguiças, peito de peru, salsicha, mortadela, presunto e frios devem ser os mais evitados.

7. Refrigerante
Os refrigerantes não devem ser consumidos antes dos 2 anos. Até essa idade, os corantes utilizados nessas bebidas podem provocar uma reação alérgica na criança. E os gases, que tornam os refrigerantes tão sedutores, tendem a causar cólicas. Após os 2 anos, o intestino está mais maduro e a possibilidade de reação diarréica por causa do açúcar ou alergia por causa das minipartículas da bebida são menores. Mas a ingestão deve ser esporádica. apenas nos finais de semana e não deve ultrapassar 300 mililitros (1 lata) por ocasião. Ou seja, nada de tomar refrigerante como se fosse água. Refrigerante tem hora. E, para evitar as cáries, a criança precisa de uma boa higiene bucal depois de ingerir a bebida. Os pais precisam ser firmes em relação a isso. Caso contrário, estarão expondo seus filhos ao risco de se tornar pessoas com dentes frágeis e excesso de peso.

8. Bebidas achocolatadas prontas
Todos são produtos os quais apresentam altas quantidades de açúcares e de aditivos alimentares. Buscar alternativas mais saudáveis, como o cacau em pó e o café solúvel ou passado na hora. Além disso, evitar oferecer esse tipo de produto para crianças. Elas estão formando os hábitos alimentares e as menores de 2 anos não podem consumir açúcar. Se não tiver alternativa prefira a versão em pó, a qual pelo menos nos permite colocar leite desnatado e dosar na quantidade adicionada.

9. Bebidas lácteas / Leite fermentado
Alimentos industrializados e ricos em açúcar são mais fáceis de serem tolerados pelas crianças, portanto devem ser evitados até que ela seja exposta a maior parte dos alimentos disponíveis e consumidos habitualmente pela família. Além disso, alimentos industrializados possuem uma série de corantes e adoçantes artificias e estes compostos costumam ser potencialmente alergênicos, podendo provocar reações alérgicas quando introduzidos precocemente e causar interferência na aceitação dos demais alimentos.

10. Maionese
Na maioria dos casos, é uma fonte de gordura exclusivamente, sem valor nutricional nenhum. Deve ser evitada até o segundo ano de vida da criança, com consumo moderado depois disso.

11. Bebida à base de soja
Antes de um ano de idade, o extrato de soja pode causar alergia e deficiência nutricional no bebê. O extrato de soja é obtido a partir de grãos de soja e apresenta deficiências de certos nutrientes para o desenvolvimento do bebê como gorduras, cálcio, carboidrato, além de não conter a metionina, aminoácido responsável pela redução dos níveis de colesterol no sangue e na remoção de restos tóxicos do fígado. Uma criança com intolerância à lactose pode consumir bebida de soja, pois a intolerância à lactose acontece, geralmente, em crianças maiores (a partir da fase pré-escolar), adolescentes e adultos, caracterizando-se pela dificuldade do intestino em digerir o açúcar do leite (lactose). Isso ocorre devido à falta ou deficiência da lactase, enzima que ajuda o organismo a digerir e absorver o açúcar do leite. Os sintomas mais frequentes são diarréia, cólicas, distensão abdominal, náuseas, vômitos. O tratamento requer orientação nutricional com produtos sem lactose como é o caso da bebida de soja.

12. Sucos industrializados com açúcar
Sucos industrializados podem conter açúcar, fosfato de potássio monobásico, cloreto de sódio (sal), ácido cítrico, benzoato de sódio, sorbato de potássio, “aroma idêntico ao natural” da fruta, reguladores de acidez, corantes artificiais (ex: “vermelho-bordeaux”, “azul brilhante”, etc), antioxidante (ácido ascórbico) (que reage com o benzoato de sódio produzindo benzeno, cancerígeno), extrato de soja (transgênica) etc. Todos esses ingredientes podem, de uma forma ou de outra, provocar desequilíbrios no nosso organismo a ponto de gerar sintomas de doenças crônicas como a enxaqueca, entre muitas outras.

13. Comidas prontas industrializadas (nuggets, hambúrgueres, almôndegas, lasanhas, etc)
Sempre escutamos que comida industrial faz mal. E é verdade. O conceito “industrial” geralmente embute substâncias químicas que interferem em nossa saúde e nada tem a ver com aquela refeição cheirosa, colorida e saudável da casa de nossas avós e mães. Esses são alimentos que não tem nenhum valor nutricional, não são fonte de proteína e são ricos em sódio e gordura trans. Os nuggets podem ser feitos na versão caseira, com o próprio filé de frango empanado. Ou seja, basta fazer o filé à milanesa e ficar livre de ingredientes como gordura vegetal hidrogenada, açúcar, aromas, corantes, entre outros produtos. Afinal, ninguém sabe ao certo como Comidas prontas industrializadas são feitas, então, por que dar para o seu filho comer.

14. Gelatina
A gelatina é um alimento com pouco valor nutritivo, muito açúcar e corantes. Mas você não precisa riscá-la do cardápio do seu filho, o indicado é oferecer 2 ou 3 vezes por semana um copinho de 100 ml. Mais do que isso é exagero. Uma alternativa é preparar a sobremesa de uma maneira mais saudável, misturando gelatina sem sabor (que não possui corante) a sucos de frutas. Outra dica é, em vez da gelatina, oferecer a própria fruta ou papinhas.

15. Macarrão instantâneo

Macarrão instantâneo é um alimento pobre em nutrientes, fibras e vitaminas e rico em sódio e gorduras, portanto deve ser evitado ao máximo a oferta desse tipo de alimento devido à ausência de nutrientes importantes para a criança. 

16. Mel
As crianças não devem ingerir mel antes do primeiro ano de vida. O alerta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é baseado em estudos que mostram a presença de bactérias causadoras do botulismo intestinal em amostras de mel. O botulismo é uma intoxicação alimentar que atinge o sistema nervoso e pode causar tremores, dificuldade de deglutição, moleza no corpo e falta de apetite. Em casos mais graves, há o risco de insuficiência respiratória e de complicações neurológicas. De acordo com o Guia Brasileiro de Vigilância Epidemiológica, a doença é responsável por 5% das mortes súbitas em crianças menores de 1 ano de idade. Quem já deu mel ao filho não precisa se desesperar. O período de incubação da bactéria varia entre 12 e 36 horas até, no máximo, alguns dias. Depois do vencimento desse prazo, a criança não está mais sujeita aos perigos do botulismo. Se a ingestão tiver sido recente, os pais devem ficar atentos a sintomas como vômitos, diarreia, fraqueza e dificuldade para engolir. Em caso de dúvida, o ideal é procurar um médico.

17. Pizza
As apetitosas pizzas são liberadas para as crianças, principalmente depois de 2 anos de idade. Porém, não vale jantar redondas todos os dias - alimentação saudável tem de ser variada, lembra? "A pizza é nutritiva, sim, tem os carboidratos da massa, as proteínas dos queijos, do atum, a gordura boa daquele fiozinho de azeite, mas, se consumida como prato único de maneira repetida, não vai atender às necessidades nutricionais dos pequenos", diz a nutricionista Melissa Lippe, diretora do Renutrir - Nutrição e Bem-Estar. Observe a cobertura. Os sabores mais simples, geralmente, são mais bem aceitos pelas crianças: mussarela, queijo, palmito. Os mais elaborados podem irritar o sistema digestivo. Evite as pizzas mais gordurosas (calabresa, pepperoni, bacon), as com embutidos (salame, presunto) e as muito fortes (aliche). Outro lembrete: a pizza congelada, comprada no supermercado, tem quantidade exagerada de gordura e sódio por causa do processo de conservação do produto. Entre essa opção e pedir a pizza em seu local preferido, fique com a segunda ideia: no delivery, a massa, em geral, é feita no dia, os ingredientes são mais frescos e ela é mais saborosa.