Dermatite da fralda é um termo genérico que corresponde a todas as lesões que atingem a área coberta pela fralda. A maioria das vezes é provocado por uma irritação primária que são as famosas “assaduras” porém apesar de constituir a maioria dos casos, as lesões podem ser causadas por outras causas, como uma reação alérgica ao material da fralda, doenças que são pioradas pela fralda como candidose ou um ecsema.
A dermatite por fralda por irritação afeta em torno de 50% dos bebês. É mais frequente nos dois primeiros anos de vida. O uso da fralda ocasiona aumento da temperatura e da umidade local com consequente maceração da pele, que se torna suscetível à irritação ocasionada pelo contato prolongado da urina e das fezes. Pode surgir infecções secundária a principal delas provocada pelo Candida.
O tratamento consiste em medidas simples e ajustadas de acordo com a gravidade e tipo de dermatite por fralda. Em casos leves, trocas frequentes de fraldas, limpeza com água morna e o uso de um creme de barreira contendo, por exemplo, óxido de zinco é recomendado. Se a criança estiver muito irritadiça pode ser feita compressas frias que tem um efeito calmante. Se a vermelhidão persistir pode se associar um corticoide de baixa potência, como a hidrocortisona 1% no máximo 2 vezes ao dia por 3 dias. Se houver suspeita de infecção secundária por candida deve-se fazer pomoda de óxido de zinco associado com nistatina.
O pediatra deve ser avisado do problema e a mãe deve seguir suas orientações. Se houver a presença de pus, o médico deve ser consultado imediatamente.

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