sexta-feira, 15 de novembro de 2013

12 doenças mais comuns no primeiro ano de vida do bebê

      Este primeiro ano é uma caixinha de surpresas. Não há motivos para se desesperar, mas é importante ficarmos alertas. A imunidade das crianças ainda está sendo formada, caso acha qualquer sintoma, leve seu filho ao médico.

1. Amarelão

Chamado de icterícia, normalmente aparece no segundo ou terceiro dia de vida. Começa pela cabeça e progride para baixo. A pele de um bebê ictérico ficará amarela primeiro na face, depois no tórax, no abdômen e, finalmente, nas pernas. O branco dos olhos de uma criança também poderá ficar amarelo. Se a icterícia for de níveis leves a moderados, por volta de 5 a 7 dias de vida o bebê terá resolvido a icterícia sozinho. Se a icterícia atingir níveis mais altos, fototerapia (banhos de luz) pode ser necessária.

2. Resfriados comuns

É comum que o bebê tenha resfriados, principalmente se eles convivem com irmãos mais velhos, ou frequenta creche, chegam a ter entre seis e dez resfriados até completar 1 ano. Ficar resfriado é muito incômodo, mas acontece com todo mundo. O ideal é sempre lavar as narinas com soro, e só medicar se consultou o médico.

3. Bronquiolite

Geralmente, a bronquiolite começa com sintomas de resfriado, e para muitas crianças o vírus acaba não tendo maior impacto do que isso. Sintomas mais leves, como nariz escorrendo, tosse e febre baixa, acabam se agravando e levando a dificuldades para respirar e, às vezes, chiado no peito. Procure um médico.

4. Infecção urinária

É comum apatir dos três meses até um ano de vida, também pode ocorrer em crianças maiores. Geralmente apresenta febre, mas não tem ligamento em sintomas de gripe ou resfriados. O diagnóstico da infecção urinária em bebê é feito através da coleta da urina. Quando ainda usa fralda, coloca-se uma espécie de saquinho próprio para a coleta de urina colado na região genital e espera-se até que o bebê faça xixi.

5. Bronquite

É a inflamação das principais vias respiratórias que vão aos pulmões, como sao os brônquios. Se a bronquite é de curta duração, diz-se que é aguda, enquanto que se é de longa duração e recorrente, chama-se bronquite crônica. Os bebês e crianças pequenas têm maior risco de bronquite durante seu desenvolvimento, se seus pais fumam, ou se têm uma doença cardíaca ou pulmonar adjacente.

6. Otite

É a infecção no ouvido, são comuns principalmente no inverno, quando o bebê fica mais facil de pegar resfriados e gripe. Um dos sintomas é a febre.

7. Pneumonia

A pneumonia é uma infecção mais grave dos pulmões e pode ser causada por vírus ou bactéria. A pneumonia trata-se com antibióticos por via endovenosa. O tratamento inicia-se o mais cedo possível. A escolha do antibiótico pode modificar-se, uma vez que os exames do laboratório tenham identificado o tipo específico de bactéria responsável pela doença.

8. Infecções respiratórias das vias aéreas superiores

A laringite ou faringites, a famosa dor de garganta. Ocorre juntamente com a dor e a tosse seca. Nesse caso, a criança tem dor na garganta, febre associada a coriza (nariz entupido ou escorrendo).

9. Varicela

A catapora é uma doença altamente contagiosa. Nos casos em que a mãe já teve varicela o recém-nascido adquire imunidade por via transplacentária pelo que a doença é rara abaixo dos 6 meses.

10. Diarreias

A causa mais comum de diarreia costumava ser um vírus chamado rotavírus. Porém, na última década, graças ao uso rotineiro da vacina contra o rotavírus, houve uma diminuição significativa de diarreia causada por esse vírus. Além das infecções virais e bacterianas, a diarreia em bebês também pode ser causada pela preparação incorreta de fórmulas de leite em pó, por resfriados, pelo uso de antibiótico, por alergias.

11. Dermatite atópica

A dermatite atópica é uma doença crônica, que deixa a pele seca e muitas vezes inflamada. A coceira é o sintoma principal. Inicia geralmente nos primeiros anos de vida e afeta crianças com história pessoal ou familiar de asma, rinite ou mesmo de dermatite atópica.

12. Tosse alérgica
É um tipo de tosse seca persistente que surge sempre que o bebê entra em contato com a substância alergênica.

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